sábado, 15 de março de 2008

Um buraco dentro de mim

Tá tudo mto estranho. Não sei. O que quero. Quem sou. Se tenho fome. Acho q é pq minha vó, minha nonna morreu na outra semana. A gente sempre sabe q, um dia, as avós morrem. Mas é foda qdo esse dia chega.
Tá sarando. Mas, por enqto, tenho medo de ficar sozinha.

domingo, 2 de março de 2008

Mantra

“Tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo.”
(Walter Franco)

Faculdade

Mesmo depois de mais de seis meses da formatura, eu ainda não me acostumei a essa nova condição. Depois de quase 20 anos estudando, o primeiro impulso é continuar preenchendo fichas com a palavra “estudante” no campo “ocupação”.

Yes, baby

É. Acabou. Para mim, acabou faz tempo. Não é mais como antes. Só sexo não basta, querido. Mas vc não entende, não é? Eu falo, falo, e vc acha q eu nunca entendo o teu lado. E vice-versa. Bye, bye. Eu quero mais. Esse é o grande mal e a grande virtude da humanidade.

Então...

Gostaria muitíssimo de saber quem inventou que um advérbio que dá idéia de conclusão pode ser usado para se iniciar toda e qualquer frase. Existe coisa mais irritante do que a pessoa ficar respondendo, não importa qual a pergunta, sempre com: “Então, isso.” “Então, aquilo.”
Vamos esclarecer (antes que moda pegue tbm aqui no Sul): a palavra então serve para concluir algo, ligar duas idéias, não para se iniciar uma conversa.
Acho q não é mto complicado de entender, não?