segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Run, Lola, run

Se eu não consigo nem correr da minha casa até o Parque dos Macaquinhos, como vou correr 15 km até o fim do ano?
Às vezes, acho q dá. Outras, acho q é loucura.
Às vezes, tô tri empolgada. Outras, quero abondonar tudo.
Preciso de motivação.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Quatro meses para achar um padrinho

Minha prima de 23 anos vai casar. Ela me convidou p/ ser sua madrinha de casamento. Por msn. Sim, tempos modernos. A Celia Ribeiro ia achar horrível, mas eu achei o máximo. (Ah, a minha prima tá morando no Espírito Santo.)
É a primeira vez q serei madrinha. Tô bem feliz. Mas só tem um problema: não tenho um padrinho. Não tenho namorado, não tenho um amigo q possa servir de padrinho. Tô me sentindo uma frustrada por isso.
Tenho quatro meses (um pouco menos, na real) p/ arranjar um amor, um amigo, um padrinho.


P.S. Na real, acho q vou com um padrinho emprestado.

Pés de bailarina


Nunca fiz aula de balet, mas acho q gostaria de ter feito. se eu tiver uma filha e ela quiser, vou incentivá-la a fazer.
Só vejo um porém: ficar com pés de bailarina.
Embora q o mundo moderno faça todas as mulheres ficarem com pés de bailarina. Adoro usar salto, mesmo tendo 1,76m de altura, mas isso detona meus pés. Nem sei se deveria estar dizendo isso em público, mas tenho calos nos dedinhos. Meus pés só eram bonitos qdo eu só usava Havaianas, qdo eu era pequena (na época em q isso não era nem um pouco hype).
Meus dedinhos voltaram a respirar nos Sertões, qdo eu trabalhava de Havaianas (o calor era insuportável. Q sonho! Trabalhar de Havaianas...), mas agora voltaram a ficar feios. E isso me incomoda. Mas não posso andar de Havaianas no frio de Caxias.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Fast fashion


Adoro o fenômeno fast fashion, embora mtos metidos a intelectuais da moda o critiquem. É apavorante como as grandes redes conseguem rapidinho, rapidinho colocar as tendências nas araras. O pulo passarela / digestão dos darlings q dizem o q será usado nas ruas / público em geral está cada vez mais fast.
Abra a Vogue e dê um passeio pela Renner: lá estão os cetins, os nudes, as estampas animais. Tudo ao alcance das mãos daqueles que não fazem ideia quem seja Salvatore Ferragamo, Balenciaga, Yves Saint Laurent.
Ok, não acho tão barato o q as grandes redes oferecem em comparação com o baixo nível da média dos tecidos e modelagens. Mas as cores, a forma tão lá, popularizadas. E isso eu acho o máximo.
Moda é informação. Quem não usa, tá desinformado (pelo ponto de vista de quem acompanha o mundinho, claro).
Viva o fast fashion! Viva a Renner, a Riachuelo, a C&A, etc!
Não curto mto comprar nesses lugares (uma calça q eu comprei p/ o Sertões na Marisa desbotou e embolou na primeira lavagem, vê se pode! Mas tdo bem, comprei lá justamente p/ poder detoná-la). Mas tornar o fashion pop é artigo must have!

P.S. Falando em moda, qdo o revival 80's vai acabar? Olhando as suas fotos daquela década, vc não se acha ridículo?

sábado, 15 de agosto de 2009

O casal da Feijó com a Pinheiro

A gente está tão desacreditado das boas intenções da raça humana que quando acontece um gesto solidário nos espantamos, quando o correto deveria ser o contrário.
Na sexta, aproveitando os ares de verão em pleno inverno, fui dar uma volta pelo Centro quando saí do trabalho.
Na esquina de cima da minha casa, parei no sinal fechado para os pedestres. Do nada, meu nariz começou a sangrar muito (não se espante isso acontece de vez em qdo, embora fosse mais frequente qdo era criança). Eu estava com várias sacolas. Logo minhas mãos ficaram completamente sujas de sangue. Eu não queria manchar minhas roupas nem a minha bolsa, mas meu pacote de lenços descartáveis estava no fundo da minha bolsa e eu não estava conseguindo pegar. Além de mim, tinham umas seis ou sete pessoas esperando para atravessar a rua.
Um casal se interessou em me acudir. O rapaz foi o primeiro: “Moça, você está bem? Precisa de ajuda?”. “Estou. Isso acontece sempre. Só não tô conseguindo alcançar o lenço na minha bolsa.” A moça se ofereceu para pegá-los. Vi que ela ficou meio constrangida por ter que enfiar a mão na minha bolsa, mas eu a encorajei: “Pode colocar a mão. Deve estar lá no fundo.” Ela ficou com a minha bolsa (se quisesse poderia ter saído correndo com meu dinheiro, meus documentos, meu telefone, minha chave de casa, minha vida toda ali, mas eu senti q ela não faria isso). Ela me alcançou três lenços e eu me limpei.
O moço ainda se preocupou em querer me levar à farmácia, em me ajudar a encontrar água para me lavar. Mas eu respondi: “Não precisa, eu moro na outra esquina”. O sinal abriu. Eu agradeci e atravessei. Eles foram em outra direção.
Sou muito grata a eles. Duvido que os dois leiam isso, mas se lerem, moça loira e rapaz que estavam na esquina da Feijó com a Pinheiro na última sexta, muito obrigada. Vocês me provaram que nem tudo está perdido neste mundo.