
Fui assistir ao filme Amor Sem Escalas esta semana. Não saí de casa tri a fim de ver. Simplesmente, era o filme q estava passando na hora em q eu estava no shopping. Bom, tinham pontos positivos para o filme: o George Clooney, q é lindo, e uma boa crítica. O diretor Jason Reitman é o mesmo de Juno, q achei mto bacana.
Well, lá fui eu. Mas me decepcionei. Achei Amor Sem Escalas bem mediano. Não vi nada de inovador, como propagava a crítica. O filme concorreu a vários Globos de Ouro e agora tá lá nas principais indicações ao Oscar. Alguém me explica pq??? Não se presta à comédia romântica, não é tão engraçado, não é nada sensacional. Tem uns planos de câmera legais no casamento da irmã do George Clooney e só. Daquele estilo "Dá p/ passar uma horinha e meia vendo, sem preocupações".
O filme me deixou meio deprê. Fiquei refletindo sobre a minha vida sem raízes. O personagem do Clooney é um cara q é contratado por empresas p/ demitir pessoas (existe essa profissão?), por isso, vive viajando pelos EUA. Ele não se prende a relacionamentos ou coisas materiais (nem fotos) e dá palestras p/ incentivar esse lifestyle. No final do filme, ele fica sozinho (bah, contei o fim...) - será q é isso q a crítica considera inovador?. Mas isso só me fez pensar como sou sozinha tbm. Nunca curti tanto fotos, nem me prender a qquer tipo de relacionamento. Converso com mta gente, mas, amigos de verdade, tenho poucos. Será q tbm vou ficar sozinha no final? Well, mesmo me fazendo ter essa reflexão estilo filosofia barata, continuo achando o filme bem ruinzinho p/ estar indicado p/ tantos Oscars e tal.
Ah, passei boa parte do filme pensando de onde eu conhecia a guria nova q quer implantar "vídeo-demissões" na empresa em q o Clooney trabalha. É a amiguinha bobinha da Bella na saga Crepúsculo. Ela se chama Anna Kendrick (isso o Google me ensinou. ahaha).
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